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ago 03 2026

ABERTA A CAIXA-PRETA DA COVID

Há alguns meses, este texto sobre covid seria censurado – e eu até poderia ser preso. Mas o mundo evoluiu. Quando os Estados Unidos crucificam o famigerado Doutor Falci, agradeço a Deus por escapar da influência desse falsário.

Na minha imensa família (100 pessoas), ninguém morreu de covid. Muitos se vacinaram e os doentes escaparam bem. Pela minha condição especial, de altíssima imunidade há 50 anos, não vacinei. Mas tinha segurança: se pegasse covid, no mesmo dia tomaria um coquetel de ivermectina, hidroxicloroquina e três vitaminas.

Um médico, de fama internacional, passava esses remédios para dezenas de pessoas em Brasília. E indicava a farmácia onde o pacote vivia pronto para venda. Mas não assinava a receita. Ele me disse que perdeu apenas uma paciente, mulher de um deputado famoso, que optou por outro tratamento. Entubada, etc, morreu.

Este médico hoje me confirmou que o coquetel sem efeitos colaterais funciona – mas disse que nunca pôde dizer isso abertamente, pois seria crucificado pelo regime nazista que dominou o Brasil nos últimos anos. O sistema mafioso desenvolvido pelo monstruoso Falsi impediu o mundo de buscar a cura.

Fomos obrigados a aceitar uma vacina que não imunizava. Isto mesmo, quase todo vacinado pegou a doença. E mais: quem tinha covid, mesmo vacinado, transmitia o vírus. Que vacina é esta?

As “vacinas”, algumas delas tiradas do ar por serem inúteis e perigosas, apenas reduziam os sintomas – como os especialistas foram obrigados a reconhecer.

Em Brasília, um médico famoso, de 80 anos, plenamente vacinado e muito bem assistido em hospital, veio a óbito – e ninguém conseguiu me explicar o que aconteceu.

Sendo assim, espero que os documentos do tal Falci, agora divulgados, esclareçam alguma coisa. Para mim, ele sempre foi “falsi”, junto com aquelas “infectologistas” estrelas da Globo.   (RENATO RIELLA)

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