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ago 29 2014

BIOMETRIA GARANTE MAIS SEGURANÇA NAS ELEIÇÕES EM BRASÍLIA

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) contabilizou o número de pessoas que deverão votar este ano: serão 1.863.883 eleitores. Haverá 598 locais de votação em todo o Distrito Federal.

A biometria – cadastro das impressões digitais dos eleitores – é a novidade nas votações deste ano e se torna uma importante aliada no processo eleitoral no que diz respeito à segurança.

“A votação com sistema de biometria agrega mais segurança. Ela se soma a outros dispositivos de segurança já existentes no nosso sistema como o caderno de votação e exigência de documentação com foto (RG, passaporte, entre outros)”, acrescenta Ricardo Negrão, Chefe da Seção de Informática.

O TRE-DF estipula uma média de 1minuto e 30 segundos a 2 minutos para a conclusão da votação de cada eleitor. Isso inclui o momento da identificação até a palavra “FIM”, que é mostrada na urna eletrônica.

Para manter esse tempo, é importante que o eleitor anote os seus candidatos em um papel e leve a chamada “colinha” para votar. Os dedos que devem ser utilizados para votar são os indicadores ou polegares. Serão permitidas até oito tentativas de identificação na urna. Mas, se o seu total for ultrapassado, o eleitor deverá ser identificado no caderno de votações com a autorização do Presidente da Mesa de Votação.

Estão à disposição da população 6.663 urnas eletrônicas e o Tribunal ainda fez uma reserva de 10% de “urnas de contingência” para eventuais problemas técnicos que surjam no processo.

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1 comentário

  1. Wílon Wander Lopes

    Pois é, Riella, agora tem a biometria. Mas continuo desconfiado da urna eletrônica. Aliás, nunca vi tantos comentários na mídia sobre possibilidades de fraudes nelas. Por que será?
    E fica a antiga pergunta: se é tao segura assim, por que a urna brasileira não foi adotada por outros países democráticos, especialmente os civilizados, onde eleição é a parte mais importante do processo político? Mineirão, eu continuo desconfiado, aguardando que haja a sempre prometida impressão dos votos, com a entrega do “protocolo” para o eleitor, impresso o voto que ele deu. Mas será que ele vai para quem ele deu?
    Amigos meus que entendem do trem dizem que, no campo da informática, que sempre dependerá de programas e de quem os faz e os opera, nunca haverá cem por cento de segurança. E hajam hackers…l
    Mesmo assim, vamos às eleições! E, embora a lamentável judicialização do processo eleitoral, com tantas leis (não consegue dormir quem sabe como são feitas as leis e as salsichas, diz um velho brocado…) para tutelar a livre manifestação do eleitor (Como é isso, se todo poder deve emanar do povo?), viva a Democracia!

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