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out 10 2018

Bolsonaro diz que homem que matou capoeirista cometeu “um excesso”

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Jair Bolsonaro comentou ontem (9) assassinato do mestre de capoeira Moa do Katendê, assassinado com 12 facadas. Para o candidato do PSL à Presidência da República, o suspeito cometeu um excesso.

 

“Pô, cara! Foi lá pergunta essa invertida… quem tomou a facada fui eu, pô! O cara lá que tem uma camisa minha, comete lá um excesso. O que eu tenho a ver com isso? Eu lamento. Peço ao pessoal que não pratique isso. Eu não tenho controle sobre milhões e milhões de pessoas que me apoiam”, disse ele.

O capitão reformado afirma ainda que a violência e intolerância vem dos simpatizantes de Fernando Haddad (PT), seu adversário na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais.

“A violência veio do outro lado, a intolerância veio do outro lado. Eu sou a prova, graças a Deus, viva disso aí”, acrescentou.

Durante a campanha do primeiro turno, Jair Bolsonaro defendeu “fuzilar a petralhada” durante discurso no Acre. Os petistas acusaram o capitão reformado de fomentar o ódio.

Mestre Moa era conhecido pela sua carreira na capoeira, mas também como compositor, dançarino, percussionista, artesão e educador. Foi morto por declarar seu voto ao candidato do PT, Fernando Haddad.

Em publicações nas redes sociais, amigos da vítima lamentaram a morte e homenagearam Costa. Os cantores e compositores Caetano Veloso e Gilberto Gil, amigos de Moa, fizeram depoimentos emocionados.

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