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nov 30 2020

Bolsonaro diz que houve fraude nas eleições nos EUA

Ontem, terminou a recontagem em Wisconsin, que apenas serviu para aumentar a margem de vitória de Biden. Foi mais uma derrota para o republicano, que tentou reverter os resultados em seis estados por meio de ações judiciais.

Em 11 de novembro um levantamento do “New York Times” junto aos responsáveis pelas votações nos 50 estados mostrava que em nenhum deles surgiram evidências de fraudes ou outras irregularidades.

presidente também comentou a polêmica com a China e disse que o país precisa mais do Brasil do que o contrário.

“Não tem problema nenhum com a China. Nós precisamos da China e a China precisa muito mais de nós. Nós temos interesse na China, eles têm interesse em nós. Eles tem quase 1,4 bilhão de pessoas para alimentar. A China tem se transformado, nos últimos anos, em mais urbana do que rural. A China, com o problema da peste suína, teve a necessidade de importar commodities do campo nosso.”

Bolsonaro votou acompanhado por uma comitiva e usava máscara, como determinam as medidas sanitárias em vigor na capital fluminense. Cerca de 25 apoiadores do presidente estavam no local.

Após votar, o presidente tirou a máscara para falar com eleitores e, também sem provas, voltou a dizer que o sistema eleitoral brasileiro não é confiável.

“Que nós possamos ter em 2022 um sistema seguro que possa dar garantias ao eleitor que em quem ele votou, o voto foi efetivamente para aquela pessoa. A questão do voto impresso é uma necessidade, está na boca do povo. Desde há muito eu luto no tocante a isso. E as reclamações são demais. Não adianta alguém querer bater no peito e falar que é seguro, não tem como comprovar. Estamos vendo o trabalho de hacker em tudo quanto é lugar aqui, até fora do Brasil”, disse o presidente.

Mais tarde, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, foi questionado sobre as declarações de Bolsonaro a respeito da segurança do sistema eleitoral.

Em entrevista coletiva após a realização do segundo turno das eleições municipais, Barroso afirmou que, se o presidente ou qualquer pessoa tiver “comprovação de fraude” nas eleições, a Corte vai apurar.

“Todos os candidatos de todos os partidos já têm os boletins de urna e portanto todos podem conferir – e de fato conferem – se correspondem ao boletim da urna. Por essa razão que o sistema não é fraudável… E, se tivesse trazido, o TSE seria o primeiro interessado a investigar. Jamais se comprovou qualquer aspecto fraudulento no sistema. Ele até hoje se revelou imune à fraude e vale desde 1996″, disse Barroso.

Com informações de G1

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