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fev 27 2018

Centro de referência para hérnia e vesícula atinge mais de mil cirurgias no DF

centro de cirurgia

O Centro de Referência em Cirurgias Eletivas de Pequena e Média Complexidade — Hérnia e Vesícula, que começou a funcionar no Hospital Regional de Samambaia (Hrsam) em novembro de 2016, já realizou 1.055 cirurgias até 31 de janeiro deste ano.

Do total de procedimentos, 1.050 foram operações de hérnia e vesícula, áreas em que o centro é referência no Distrito Federal. As cinco cirurgias restantes foram de reconstrução intestinal ou de cisto pilonidal, uma doença crônica comum que é caracterizada pela formação de um cisto em qualquer tecido do corpo.

“Consideramos o número bem positivo. Toda a equipe está empenhada em não permitir cancelamentos sem causa justificada”, informou Michelle Lucas Nogueira, chefe do Núcleo de Planejamento, Monitoramento e Avaliação do Hrsam.

Diariamente, são feitas, em média, 11 cirurgias no regional de Samambaia. Como a demanda para hérnia é maior, cerca de dois terços dos procedimentos são nesse quesito, enquanto o restante costuma ser para vesícula.
Cada cirurgia dura aproximadamente uma hora. O tempo de internação médio é de 35 horas, mas 45% dos pacientes já são liberados um dia após o procedimento.

Pelo protocolo operacional padrão, o paciente vai a uma consulta na Unidade Básica de Saúde (UBS) e, havendo suspeita da necessidade de cirurgia, é encaminhado ao cirurgião-geral, no Hospital de Samambaia. Sendo confirmado o diagnóstico, o paciente faz os exames de risco cirúrgico e entra para o mapa de cirurgia.

Atualmente, com a mudança de fluxo e a criação do centro de referência, o tempo médio de espera entre a primeira consulta e a cirurgia caiu de um ano para apenas 65 dias.

“O que fizemos para reduzir esse tempo foi, principalmente, alinhar as especialidades, analisar nossas capacidades e, diante disso, organizarmos nossos serviços e mantermos o monitoramento dos nossos resultados, para sempre buscar a qualidade do processo”, explica Nogueira.

A Secretaria de Saúde tem trabalhado para atualizar a lista de pacientes que aguardam cirurgias eletivas de hérnia e vesícula. A intenção é zerar a fila de espera que, hoje, pode chegar a cerca de sete mil procedimentos.

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