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ago 18 2014

CRESCIMENTO DO PIB DE APENAS 0,79% DESAFIA CAMPANHA DA DILMA

No debate com os presidenciáveis, a ser realizado esta semana na Band, a presidente Dilma Rousseff certamente vai ser questionada sobre a previsão de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que cai constantemente e agora está em 0,79%.

Esta é a perspectiva gerada hoje pelos analistas econômicos consultados semanalmente pelo Banco Central, a cada momento apresentando um percentual mais baixo. Pela 12ª semana seguida, houve redução na estimativa para a expansão do PIB.

Para 2015, a projeção para o crescimento do PIB segue em 1,2%.

Para a produção industrial, a expectativa é de retração este ano, com projeção em 1,76%. No próximo ano, deve haver recuperação da produção industrial, com crescimento estimado em 1,7%.

Na última sexta-feira, o BC informou que a atividade econômica apresentou queda de 1,2% no segundo trimestre do ano, comparado com o período de janeiro a março deste ano.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) é uma forma de avaliar a tendência do desempenho econômico. No final deste mês, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai divulgar o resultado do PIB do segundo trimestre do ano.

Enquanto piora a projeção para a atividade econômica, a expectativa do mercado financeiro para a inflação está recuando há cinco semanas seguidas. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é 6,25%, contra 6,26% na pesquisa da semana passada. Para 2015, a estimativa também é 6,25%.

Mesmo com as estimativas menores, a projeção para a inflação ainda está longe do centro da meta (4,5%) e um pouco abaixo do limite superior (6,5%).

A taxa básica de juros, a Selic – usada pelo BC para influenciar a economia e consequentemente, a inflação – deve fechar 2014 sem novas alterações, de acordo com as expectativas das instituições financeiras. Atualmente a Selic está em 11% ao ano.

Já em 2015, as instituições financeiras alteraram a projeção para o final do período de 12% para 11,75%. A expectativa para a Selic em 2015 havia permanecido inalterada por 11 semanas consecutivas.

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