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jan 31 2018

Desemprego no DF teve queda em dezembro

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A taxa de desemprego no Distrito Federal caiu no fim do ano, ao passar de 18,4% em novembro para 17,9% em dezembro. Nesse mês, o número total de desempregados foi estimado em 292 mil, o que representou uma redução de oito mil em relação ao mês anterior.

Os dados integram a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgada hoje (31) em coletiva de imprensa na Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan).

O maior acréscimo no nível ocupacional foi no setor de serviços — 0,8% ou 8 mil pessoas —, seguido pelo da construção civil, com 3%, que representam mais 2 mil postos de trabalho. Houve redução na indústria de transformação (-11,8%) e estabilidade no comércio.

A pesquisa constatou ainda que no setor privado houve queda de 1,4% de assalariados com carteira de trabalho e aumento de 5,7% dos sem carteira.

O número de autônomos no período cresceu 2,1%, e o de empregados domésticos caiu 4,4%.

Entre outubro e novembro do ano passado, houve redução do rendimento médio real dos ocupados em 1,9% e dos assalariados em 2,1%.

Hoje (31), também foi apresentada a pesquisa sobre o mercado de trabalho no DF em 2017. De acordo com os dados, no ano passado, o nível de ocupação na capital do País aumentou 2,8% em relação ao ano anterior.

No entanto, os indicadores trazem que a criação de 36 mil postos de trabalho foi insuficiente para absorver o crescimento da população economicamente ativa, o que resultou em acréscimo do contingente de desempregados em 38 mil pessoas. De um ano para o outro, a taxa de desemprego total passou de 17,8% para 19,3%.

Por setores, o aumento de 2,8% no nível de ocupação foi puxado por acréscimos nos serviços (2,1% ou 20 mil pessoas); no comércio e na reparação de veículos automotores e motocicletas (4,5% ou 10 mil); e na indústria de transformação (4,4% ou 2 mil pessoas).

No período analisado, o número de assalariados aumentou em 1,4% em 2017 devido ao acréscimo no setor privado de 2,5% (ou 16 mil pessoas) e à redução no setor público em 1,3% (ou menos 4 mil pessoas).

No segmento privado cresceu o assalariamento com carteira de trabalho assinada (2,3% ou 12 mil postos de trabalho a mais). A variação dos sem carteira foi de 5,2% ou 5 mil pessoas.

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