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jan 30 2026

Distrito Federal gerou mais de 51,6 mil empregos com carteira assinada em 2025

O Distrito Federal chegou a 51.638 novos empregos com carteira assinada no saldo acumulado de 2025, resultado de 493.983 admissões e 442.345 desligamentos ao longo dos 12 meses. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) e foram divulgados ontem (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

A capital federal apresentou desempenho positivo, no ano passado, em três dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados. O destaque foi o setor de Serviços, que gerou 50.662 novos postos. Na sequência aparecem Comércio (4.173) e Indústria (913). Agropecuária (-5) e Construção (-4.105) tiveram saldos negativos.

As novas vagas no DF foram ocupadas, em sua maioria, por pessoas do sexo feminino, responsáveis pelo ingresso em 29.049 postos, enquanto houve saldo positivo de 22.589 entre os homens. Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas, com 33.702 postos. Jovens entre 18 e 24 anos formam o grupo com maior saldo de vagas em 2025: 23.674.

O Brasil encerrou 2025 com saldo positivo de 1.279.498 empregos com carteira assinada, resultado de 26,59 milhões de admissões e 25,32 milhões de desligamentos registrados entre janeiro e dezembro. O estoque de trabalhadores celetistas cresceu 2,71% ao longo do ano, passando de 47,19 milhões para 48,47 milhões de vínculos ativos.

O desempenho positivo foi observado nas cinco regiões do país e nas 27 Unidades da Federação, conforme o Novo Caged. A região com maior número de empregos gerados em 2025 foi a Sudeste, com saldo de 504,97 mil vagas ao longo do ano (+2,10%), seguida pela Nordeste, que registrou 347,94 mil (+4,38%), e pela Sul, que gerou 186,12 mil vagas (+2,16%). A região Centro-Oeste apresentou saldo positivo de 149,53 mil postos (+3,56%), enquanto na Norte foi de 90,61 mil (+3,81%).

Entre os estados, os maiores saldos absolutos foram registrados em São Paulo, com 311.228 postos (+2,17%), Rio de Janeiro, com 100.920 (+2,60%), e Bahia, com 94.380 vínculos formais (+4,41%). Já as maiores taxas de crescimento do emprego formal ocorreram no Amapá (+8,41%), na Paraíba (+6,03%) e no Piauí (+5,81%).

Fonte: Secom

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