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jan 28 2026

Dívida pública federal cresce 18% e registra maior alta desde 2015

O endividamento estava em R$ 7,316 trilhões em dezembro de 2024, mas avançou mais de R$ 1,3 trilhão no ano passado.

No relatório, o Tesouro Nacional informou que o crescimento de 18% “foi impulsionado principalmente pela apropriação de juros, refletindo, em grande medida, o patamar da taxa de juros da economia”.
O secretário do Tesouro, Rogério Ceron, disse que não são os gastos primários (sem considerar os juros da dívida) do governo que estão impactando. “Não é o quadro primário que está impulsionando a dívida”, disse.
Quase metade da dívida pública está atrelada à taxa básica de juros da economia, a Selic, definida pelo Banco Central. Com a alta da Selic, chegando a 15% no ano passado, a dívida pública também tende a aumentar.

Além disso, outros 26% da dívida do Tesouro estão relacionados ao Índice de Preços ao Consumidor (IPCA), ou seja, acompanham a inflação.

Alta da dívida pública federal na comparação com ano anterior
O Tesouro também divulgou o Plano Anual de Financiamento de 2016, que traz as previsões e metas para a dívida pública federal.

De acordo com o Plano, o limite máximo da dívida é de R$ 10,3 trilhões. O limite mínimo é de R$ 9,7 trilhões.

Portanto, poderá crescer até cerca de 19% neste ano.

Fonte: g1 – Thiago Resende

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