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fev 13 2020

Hubei tem mais 14 mil casos de coronavírus e 242 novas mortes; Japão tem uma morte

Hubei, província epicentro do coronavírus na China, confirmou 242 novas mortes ontem (12). A região registrou 14.840 casos no último dia, sendo que 13.332 foram diagnosticados de forma clínica. Ao todo, apenas na província, são 48.206 casos do Covid-19.

As autoridades de saúde chinesas mudaram os critérios de diagnóstico da doença, passando a aceitar relatórios clínicos dos sintomas, não apenas os testes em laboratório. Com isso, o número de casos confirmados deu um salto. Normalmente, estavam sendo confirmadas de dcuas mil a três mil novas infecções por dia.

No Japão, o primeiro  caso de morte aconteceu hoje (13). O governo japonês disse que a vítima foi uma mulher de 80 anos, moradora da região metropolitana de Tóquio.

Mais cedo, a cidade de Londres confirmou seu primeiro caso da doença. Este é o nono caso de infecção na Inglaterra. O paciente teria contraído o vírus na China antes de chegar ao país. Já os Estados Unidos confirmaram o segundo caso local da doença.

Dados de Hubei: 33.693 pacientes em hospitais; 9.028 casos suspeitose 77.308 pessoas estão sob observação.

 

Dados da China (até as 7h35 desta quinta-feira, 13):

  • 1.368 mortes na China (incluindo uma em Hong Kong); 1 morte nas Filipinas ;59.882 casos confirmados na China;445 casos confirmados em outros 24 países e 5.911 pacientes com alta

Nos últimos dois dias, mais de 300 especialistas em saúde se reuniram na sede da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, para avaliar o risco de disseminação do Covid-19.

“Esta reunião nos permitiu identificar as prioridades para a pesquisa [do Covid-19]. Como grupo de financiadores, continuaremos a mobilizar, coordenar e alinhar nosso financiamento para permitir a pesquisa necessária para enfrentar esta crise e interromper o surto, em parceria com a OMS”, disse o professor Yazdan Yazdanpanah, presidente do GloPID-R, grupo de “Colaboração em Pesquisa Global para a Prevenção de Doenças Infecciosas”.

A OMS disse que o mundo enfrenta uma escassez de trajes, máscaras, luvas e outras formas de proteção para se prevenir contra o surto do novo coronavírus e assegurou que a organização enviará equipamentos para nações mais vulneráveis.

“Vamos identificar os gargalos, encontrar soluções e garantir equilíbrio na distribuição de equipamentos”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

A agência de saúde da ONU pediu que os equipamentos sejam adquiridos apenas quando necessário e que profissionais da saúde de áreas de risco tenham o acesso garantido aos materiais.

“Profissionais da saúde devem ter prioridade para receber estes materiais. Em segundo lugar estão os doentes e seus cuidadores”, disse Ghebreyesus. “A OMS não encoraja que estas formas de proteção sejam adquiridas e estocadas em países onde os riscos de transmissão são baixos.”

Com informações de G1

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