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set 11 2019

IBGE: Vendas do comércio crescem 1% em julho

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As vendas do comércio varejista ganharam ritmo em julho e cresceram 1%, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já na comparação com julho do ano passado, a alta foi de 4,3%.

Trata-se da terceira alta seguida, do melhor resultado mensal desde novembro do ano passado (3,2%) e do melhor julho desde 2013, quando o avanço frente ao mês imediatamente anterior foi de 2,7%.

No acumulado em 2019, a alta chega a 1,2%. Em 12 meses, o avanço nas vendas do varejo é de 1,6%, o que representa um ganho de ritmo ante junho (1,2%) e frente aos meses anteriores.

O IBGE revisou para cima os dois resultados anteriores. Em junho, ao invés de 0,1%, a alta foi de 0,5%, e em maio, foi de 0,1%, ao contrário da estabilidade (0,0%) divulgada antes.

A leitura de julho ficou muito acima da mediana das projeções de 30 consultorias e instituições financeiras consultadas pelo Valor Data, de avanço 0,1%.

“Com esse resultado, o setor varejista recupera o patamar de vendas próximo a junho de 2015, mas ainda se encontra 5,3% abaixo do nível recorde alcançado em outubro de 2014”, informou o IBGE.

Em julho, sete das oito atividades pesquisadas tiveram alta no volume de vendas, com destaque para “hipermercados” (1,3%), “outros artigos de uso pessoal e doméstico” (2,2%), que incluem as vendas online e as lojas de departamentos, e “móveis e eletrodomésticos” (1,6%).

Apenas o segmento de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,6%) teve queda em julho.

O volume de vendas do varejo ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, cresceu 0,7% na comparação com junho. Veículos, motos, partes e peças recuaram 0,9%, após avanço de 3,5% no mês anterior, enquanto materiais de construção pressionaram positivamente, com avanço de 1,1%.

Veja o desempenho de cada segmento em julho:

  • Combustíveis e lubrificantes: 0,5%
  • Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 1,3%
  • Tecidos, vestuário e calçados: 1,3%
  • Móveis e eletrodomésticos: 1,6%
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: 0,7%
  • Livros, jornais, revistas e papelaria: 1,8%
  • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -1,6%
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 2,2%
  • Veículos, motos, partes e peças: -0,9% (varejo ampliado)
  • Material de construção: 1,1% (varejo ampliado)

Com Informações de G1

Foto: UGT

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