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jan 30 2021

Infeções superam os 102 milhões no mundo desde início da pandemia

 

Entenda o perigo da covid-19 se comparada a outras doenças | Poder360

A pandemia do novo coronavírus superou os 102 milhões de casos de infeção a nível mundial e o número de mortes no mundo aumentou 15.361 mil nas últimas 24 horas, indicou hoje (30) o balanço diário da France-Presse.

No total, e desde que o novo coronavírus (SARS-CoV-2) foi identificado na China em dezembro de 2019, a Covid-19 já provocou pelo menos 2.206.873 de mortes no mundo.

Mais de 102.002.160 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da epidemia, dos quais pelo menos 61.888.000 já são considerados curados.

Nas últimas 24 horas, registaram-se mais 15.361 óbitos e 592.397 novos casos da doença Covid-19 em todo o mundo, segundo os dados reunidos pela agência noticiosa francesa.

A AFP esclarece que estes números estão fundamentados nos balanços fornecidos diariamente pelas autoridades sanitárias de cada país e excluem as revisões realizadas posteriormente por organismos de estatística, como ocorre na Rússia, Espanha e no Reino Unido.

Os países que registaram o maior número de novas mortes nos seus relatórios mais recentes são os Estados Unidos da América (EUA) , México e Reino Unido. Seguem-se o Brasil, o México, a Índia e o Reino Unido.

Ainda entre os países mais atingidos, a Bélgica continua a ser o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, seguida pela Eslovénia, Reino Unido, República Checa e Itália

Desde o início da pandemia, o número de testes de diagnóstico realizados aumentou significativamente e as técnicas de despistagem e rastreio melhoraram, levando a um aumento das infeções registadas e comunicadas.

No entanto, de acordo com a AFP, o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do real número total de infeções, com uma proporção significativa de casos menos graves ou assintomáticos a não serem recenseados.

Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Devido a correções feitas pelas autoridades ou a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente aos dados publicados no dia anterior, segundo referiu a AFP.

Com informações de Lusa

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