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jun 18 2014

JULGAMENTO DO ARRUDA NO DIA 25

Blog do Sombra informa que o Tribunal de Justiça do Distrito Federal marcou a sessão de julgamento da ação de improbidade administrativa contra o ex-governador José Roberto Arruda para o dia 25 deste mês.

Três desembargadores irão analisar o caso a dez dias do prazo final para registro de candidaturas para as eleições deste ano.

Arruda foi condenado em primeira instância a pagar R$ 1,1 mi por mensalão do DEM. Pré-candidato ao governo do DF, ele poderá ser considerado ficha suja e ficar impedido de disputar as eleições, caso os desembargadores mantenham a sentença condenatória da 2ª Vara da Fazenda Pública, proferida no final do ano passado.

A decisão pode afetar ainda o nome cotado para ser vice de Arruda: a deputada federal Jaqueline Roriz. Ela também é ré no processo, ao lado do marido Manoel Neto e do ex-secretário do DF Durval Barbosa.

Foi Durval quem delatou o escândalo conhecido como “mensalão do DEM” e registrou em imagens políticos do DF recebendo dinheiro vivo.

Segundo a denúncia do Ministério Público, Durval passou a entregar dinheiro arrecadado do esquema de corrupção a Arruda e a quem ele indicasse. Arruda chegou a ser preso, pouco depois que o esquema veio à tona, em 2009, com a operação Caixa de Pandora.

Diante dessa incerteza, o partido do Arruda, o PR, marcou convenção para o dia 29 deste mês, depois que essas coisas estiverem decididas.

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1 comentário

  1. Wílon Wander Lopes

    Gostei da sua nota sobre Arruda, desta vez sem mostrar o ódio que você tem dele. Esse é o Riela que todos admiramos, que tem credibilidade, que não deixa sua emoção prejudicar sua competência de analista.
    Que bom que marcaram a audiência. A morosidade da Justiça incomoda a todos nós. Já era tempo.
    Não entro no mérito das acusações feitas contra Arruda, Jaqueline e outros filmados, já que isso é papel da Justiça, que tem mostrado muita eficiência em seu trabalho – veja o caso do Mensalão do PT, por exemplo…
    Do ponto de vista ético, os filmados vão ter que enfrentar esta situação vexatória nas urnas. Considero difícil a explicação, as imagens falam sempre mais alto. Acho até que eles vão procurar evitar o assunto.
    Mas, por outro lado, o festival de cinema do delegado Durval Barbosa, menino bom de bola aqui de Taguatinga, tem um aspecto de ordem técnica que pode derrubar os filmes e as acusações baseadas neles: é que as filmagens configuram o que, na literatura jurídica, é denominado “flagrante preparado”.
    É uma questão técnica. Se os juízes assim considerarem, está furada a Caixa de Pandora. E aí, o mais legítimo julgamento do caso, no que diz respeito ao aspecto eleitoral – será o das urnas. Quem viver, verá…

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