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ago 27 2014

LEI DA FILHA LIMPA VAI SE CHAMAR “LEI ARRUDA”

RENATO RIELLA

Mais uma vez, Deus escreveu certo por linhas tortas. E usou justamente José Roberto Arruda para consolidar a aplicação da Lei da Ficha Limpa no processo eleitoral brasileiro, na mais alta instância, o Tribunal Superior Eleitoral.

O debate de ontem, no TSE, que terminou bem depois da meia-noite, abordou as principais dúvidas sobre a aplicação da lei. No final, prevaleceu a visão constitucionalista da moralidade e da defesa dos interesses da sociedade, contra criminosos reconhecidos pela Justiça em segundo instância, com condenação feita por órgão colegiado.

Em 2010, a Lei da Ficha Limpa foi contestada, contornada e quase desacreditada. Na eleição municipal de 2012, houve evolução e milhares de candidatos desistiram de concorrer ou foram impugnados, purificando o ambiente político na origem. Alguns desses poderiam vencer na vida e até virar presidente da República, mesmo sendo intimamente bandidos.

Este ano, outros milhares de políticos ficarão fora das urnas, graças a esse instrumento legal que resultou de projeto popular subscrito fisicamente por mais de 1,5 milhão de pessoas, e tendo outros milhões de brasileiros que o subscreveram digitalmente.

Pensando bem, a leizinha poderia ser apelidada, a partir de agora, de Lei Arruda, homenageando a planta que dizem dar sorte aos brasileiros. Nesse caso, deu mesmo!

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