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abr 30 2019

MEC corta verba de três universidades, mas sem esclarecer o motivo

O Ministério da Educação (MEC) anunciou hoje (30) o corte de verbas de três Universidade Federais. A Universidade de Brasília (UNB), a Universidade Federal Fluminense (UFF), a Federal da Bahia (UFBA) e a  foram as primeiras terem o orçamento bloqueado em 30%.

O MEC não esclareceu quais foram os critérios adotados para a seleção das três universidades. Em nota, diz que os bloqueios acontecem de forma que nenhum programa seja prejudicado e que os recursos seja utilizados de forma mais eficaz. (Veja a nota na integra abaixo)

No dia 25 de abril, o Ministro da Educação Abraham Weintraub comentou em rede social sobre o redirecionamento de verba do ensino superior para “fins mais produtivos”.

Em entrevista ao jornal “Estado de S. Paulo”, o ministro comentou o corte de verbas na UFF, UFBA e UNB: “Universidades que, em vez de procurar melhorar o desempenho acadêmico, estiverem fazendo balbúrdia, terão verbas reduzidas. A lição de casa precisa estar feita: publicação científica, avaliações em dia, estar bem no ranking ”, disse sem esclarecer quais rankings.

Em nota, a UNB disse que não foi notificada do corte, mas verificou o bloqueio de 30%, o equivalente a R$ 38 milhões, no seu orçamento: “Importante ressaltar que a UnB é uma das universidades com reconhecida excelência acadêmica no país, atestada em rankings nacionais e internacionais. Temos nota 5, a máxima, no Índice Geral de Cursos (IGC) do MEC, a avaliação oficial da pasta para os cursos de graduação”.

Leia a nota do MEC na íntegra:

“O Ministério da Educação informa que UFBA, UFF e UNB tiveram 30% das suas dotações orçamentárias anuais bloqueadas. O MEC informa, ainda, que não envia comunicados a respeito do orçamento a nenhuma instituição, todos os dados são visualizados pelo SIAF. Nesse sentido, cada uma pode informar os impactos do bloqueio em sua gestão. A medida está em vigor desde a última semana.

Cabe destacar que, o Ministério estuda os bloqueios de forma que nenhum programa seja prejudicado e que os recursos sejam utilizados da forma mais eficaz. O Programa de Assistência Estudantil não sofreu impacto em seu orçamento”.

Com informações do G1

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