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ago 31 2021

Ministério da Saúde tem nova mascote, a “Rarinha”, para ações sobre doenças raras

O Ministério da Saúde lançou, nesta terça (31), uma nova mascote, 'Rarinha', para ações sobre doenças raras. Participaram do lançamento o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro. — Foto: Reprodução/Twitter Ministério da Saúde

OMinistério da Saúde lançou, hoje (31), uma nova mascote, “Rarinha”, para ações sobre doenças raras no Brasil.

A mascote, criada com o símbolo do teste do pezinho, terá a missão de disseminar informações sobre as cerca de 8 mil doenças raras conhecidas até hoje. No Brasil, seis delas são diagnosticadas pelo teste do pezinho oferecido no SUS, número que será ampliado em 2022.

Participaram do lançamento o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro, e o secretário-executivo do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Mauro Junqueira.

“Precisamos de uma política pública que possa atender com sustentabilidade as pessoas raras. Em um país grande como o Brasil, precisamos nos empenhar na pesquisa para cuidar destas pessoas”, disse o ministro.

A “Rarinha” fará parte do programa de Ações de Educomunicação em Doenças Raras da pasta.

“O Ministério da Saúde propor uma capacitação, centros de referência para identificar e tratar essas pessoas é um momento de muita satisfação. Isso vai ajudar muito na identificação, encaminhamento correto desses pacientes”, afirmou Junqueira.

Considera-se doença rara, segundo o Ministério da Saúde, a que afeta até 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos. O número exato de doenças raras não é conhecido; 80% delas ocorrem por fatores genéticos, de acordo com o ministério.

No Brasil, 13 milhões de pessoas vivem com algum tipo de doença rara. Uma delas é a esclerose lateral amiotrófica (ELA), que afetou o físico britânico Stephen Hawkingmorto em 2018.

Com informações de G1

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