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set 06 2019

Índio da Costa é preso em operação contra corrupção nos Correios

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O ex-candidato a governador do Rio de Janeiro, Indio da Costa, foi preso, hoje (6), em uma operação da Polícia Federal (PF) contra corrupção nos Correios.

Ele, que já foi deputado federal, vereador e secretário do Rio de Janeiro, também atuou como relator da Lei da Ficha Limpa e já concorreu, além de ao cargo de governador, à prefeitura do Rio em 2016 e a vice-presidência do Brasil em 2010, ao lado de José Serra (PSDB).

De acordo com a PF, ele está entre os suspeitos de praticar fraudes que estavam causando prejuízos à empresa “de forma habitual e permanente.

” A investigação começou em novembro de 2018, em Santa Catarina, e mostrou que a atuação do grupo se estendia aos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, com a “participação ativa de funcionários dos Correios.”

Cerca de 110 policiais federais cumprem nove mandados de prisão preventiva e 19 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro; dois mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão nos municípios de Tamboré, Cotia, Bauru e São Caetano do Sul, no estado de São Paulo; além de um mandado de prisão temporária e um de busca em Belo Horizonte, em Minas Gerais, todos expedidos pela 7ª Vara Federal de Florianópolis.
Segundo a PF, o esquema era coordenado por empresários, funcionários da estatal e agentes públicos. Onze mandados de prisão preventiva foram cumpridos – 9 no Rio e 2 em São Paulo – e um mandado de prisão temporária foi cumprido em Minas Gerais.
Além de Indio, também foi preso Cleber Isaías Machado, superintendente estadual de Operações dos Correios.

O nome dos outros presos ainda não foi divulgado. A PF informou que foram detidos agentes dos Correios, empresários e funcionários de empresas que eram utilizadas como “laranjas” pela organização criminosa, de acordo com o delegado Cristian Luz Barth, responsável pela investigação em Santa Catarina.

Segundo ele, pelo menos 10 empresas possuíam contratos com os Correios e participavam do esquema criminoso.

Com informações de G1 e JP

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