Todo mundo vive muito patrulhado e ninguém destacou um fenômeno: a decisão da Copa do Mundo ocorrerá entre uma seleção de jogadores brancos (Croácia) contra uma surpreendente seleção negra (França).
Tenho mostrado de forma polêmica, desde o início da Copa, que, com exceção do extraterrestre Pelé, os negros levam desvantagem no futebol, pelo excesso de força e de velocidade que ostentam.
As assustadoras seleções africanas, de “armários” negros, até hoje não venceram. Perdem para baixotes.
No jogo de amanhã, teremos mais uma vez este combate.
De um lado, o branquelo cerebral Modric, de 1m69, raquítico e feioso, parecendo um ratinho.
De outro, o forte Mbappé, negro, bonito, com perfil de vencedor dos 100 metros, preferido da corrente politicamente correta.
Tenho paixão pelo futebol porque é o esporte no qual os “ratinhos” vencem os dinossauros.
Torço pelo Modric, em nome da qualidade. E espero ver a Croácia em campo com a camisa quadriculada branca e vermelha.
Quando a força dominar o nosso futebol, vou passar a acompanhar o campeonato de futebol americano, junto com a Gisele. (RENATO RIELLA)