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maio 30 2018

Paulo Vieira de Souza, apontado como operador do PSDB, está de novo na cadeia

O ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, apontado como operador do PSDB, foi preso de novo hoje (30) São Paulo . Ele descumpriu decisão judicial. Souza havia sido solto no último dia (11) após ter habeas corpus concedido pelministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.

No último dia 14, o Ministério Público Federal de São Paulo pediu uma nova prisão contra Paulo Vieira.

A filha de Paulo Vieira também foi presa e ambos chegaram à sede da Polícia Federal na Lapa, Zona Oeste de São Paulo, pouco antes das 9h.

Ele é acusado de desvio de dinheiro público durante sucessivos governos do PSDB, em São Paulo, e também é investigado por movimentar cerca de R$ 113 milhões em contas na Suíça.

No início de abril, foi preso preventivamente, depois que procuradores afirmaram que uma ex-funcionária da Dersa – que também é ré no mesmo processo que investiga os desvios nas obras do Rodoanel Sul, Jacu Pêssego e Nova Marginal Tietê – recebeu ameaças de morte.

Após Paulo Vieira ser solto, o PSDB divulgou a seguinte nota: “O PSDB de São Paulo não tem qualquer relação com o investigado nem com os fatos a ele imputados. O partido reitera seu total apoio às investigações em curso.”

Quando a denúncia contra o ex-diretor da Dersa foi apresentada pelo MP, o então advogado de Souza, Daniel Bialski, disse que a denúncia vai “contra a investigação interna e auditoria feita pela própria Dersa, que inocentou Paulo de qualquer ato ilícito ou favorecimento a quem quer que seja”.

Procurado na manhã de hoje, o novo advogado de Paulo Vieira, Santoro, disse que ainda não tinha informações sobre a prisão.

Na ocasião, a Dersa afirmou, em nota, que “em 2011 organizou seu Departamento de Auditoria Interna, instituiu um Código de Conduta Ética, cuja adesão é obrigatória para todos os funcionários e contratados, e também abriu canais para o recebimento de denúncias que garantem o completo anonimato da fonte”.

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