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mar 29 2021

Pesquisa aponta que 54% acham que situação econômica vai piorar na pandemia

Uma pesquisa de opinião feita pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra dados pessimistas em relação à percepção dos brasileiros sobre a situação econômica do País e das famílias em função da pandemia do novo coronavírus.

Para 54,5% a situação econômica do País ainda vai pioriar nos próximos meses, 23% que acham que vai ficar como está e 18,3% que acreditam na melhora. 4,2% não sabem ou não responderam.

Já sobre a situação financeira pessoal, 46,7% dos entrevistados acreditam que a própria situação financeira vai piorar nos próximos meses, 30,4% acham que ficará como está, 18,8% acreditam na melhora e 4,2% não sabem ou não responderam.

Em relação a situação do agravamento da pandemia, os brasileiros se dividem: 41,5% acham que ainda vai piorar e 39,5% estão otimistas, acham que vai melhorar. 13,4% acreditam que ficará como está e 5,6% não sabem ou não respoderam.

A pesquisa foi feita entre os dias 12 e 16 de março com uma amostra de e 2.334 entrevistados das 27 unidades da federação.

O estudo também traz dados sobre a responsabilização sobre a situação crítica atual. Para 29,4% dos brasileiros, o presidente Bolsonaro é o maior responsável pela situação crítica que o Brasil se encontra em função da pandemia no novo coronavírus.

Para 12,4% o cenário crítico atual pode ser atribuído à população em geral. Já 11,2% responsabilizam os governadores dos Estados. Para 8,1% o maior responsável é o STF. 1,6% atribuem a maior parcela de responsabilidade aos prefeitos e 1% aos deputados federais. Para 20% a culpa é de todos, para 8,8% não é de ninguém. 6,6% não responderam e 1,7% citaram outros culpados.

A maior preocupação dos entrevistados no atual cenário de pandemia é perder alguém querido, 48%, seguida pela longa duração da pandemia, que preocupa 30,2%. 9,9% têm como maior medo contrair o coronavírus, 7,8% temem ficarm sem emprego e 4% não sabem ou não responderam.

Para oito em cada dez brasileiros, ou 80,4%, a pandemia está durando mais do que se imaginava e para 73,4% o número de mortes está mais alto do que se esperava.

A amostra da pesquisa tem grau de confiança de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2% para os resultados gerais.

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