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maio 29 2018

Petroleiros convocam greve nacional de advertência partir de amanhã

A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Petrobras levaram hoje (29) ao Tribunal Superior do Trabalho (TST)pedido de liminar para evitar a greve dos petroleiros, prevista para começar amanhã.

 “A ação tem como objetivo evitar que a paralisação da categoria prejudique ainda mais a sociedade, que nos últimos dias já enfrenta um quadro de desabastecimento de combustíveis, alimentos e outros insumos por causa da interrupção das atividades dos caminhoneiros”, diz nota divulgada pela AGU.

Segundo a Advocacia-Geral e a Petrobras os sindicatos de petroleiros apresentam reivindicações de “natureza político-ideológica” e que um acordo coletivo fechado com funcionários da estatal tem duração até 2019. Também acusam os sindicatos de não terem cumprido a legislação para a realização da greve, como a abertura de negociação, comunicação prévia, ou envio de atas de assembleias que decidiram pela paralisação.

No pedido protocolado hoje no TST, a AGU e a estatal sustentam que a ocupação de unidades por conta da greve acarretaria em risco de acidentes e teria um custo de R$349 milhões à Petrobras por dia.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos filiados convocaram a categoria para uma greve nacional de advertência de 72 horas. Eles prometem começar o movimento grevista a partir do primeiro minuto de amanhã. A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) também indica greve por tempo indeterminado.

Entre as reivindicações, os sindicalistas colocam a redução dos preços dos combustíveis e a saída do presidente da Petrobras, Pedro Parente.

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