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jun 23 2020

Polícia faz operação de busca e apreensão em casa de parentes de Queiroz

Márcia passou a cumprir papel importante no esquema após o sumiço de Queiroz em meio às investigações do caso. Num caderno, foi identificado que ela chegou a receber R$ 174 mil em dinheiro. O recurso não tinha origem conhecida e foi usado para pagar despesas médicas de Queiroz no Hospital Israelita Albert Einstein.

Também num caderno de Márcia, encontrado pela polícia na casa dela em uma operação de 2019, foram achadas informações sobre uma rede de proteção formada por agentes policiais que, segundo o Ministério Público, poderiam ajudar Queiroz caso ele fosse preso no Batalhão Especial Prisional, cadeia para PMs no Rio. Ele acabou sendo levado para o Presídio de Bangu.

Os mandados hoje são de busca e apreensão, mas Márcia pode ser presa caso seja encontrada, por causa da ordem de prisão expedida na quinta.

Ao todo, os mandados de busca e apreensão de hoje foram cumpridos em quatro endereços.

Uma das casas alvo da operação em Belo Horizonte pertence à madrinha de Queiroz, dona Penha, que morreu neste mês. Agora, vivem no local primas e sobrinha do ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

A suspeita é que a mulher de Queiroz tenha ido para essa casa. Uma das primas, Kassia, é bem próxima de Márcia e de Queiroz. No início da manhã, promotores conversavam com parentes de Queiroz na casa.

O MP já havia identificado a vontade que Márcia tinha de se esconder caso tivesse prisão decretada. As mensagens trocadas entre Márcia Oliveira e Queiroz que a Promotoria identificou em novembro do ano passado apontavam, no entanto, que a mulher gostaria de ir para São Paulo caso tivesse a prisão decretada.

Com informações de G1

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