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out 12 2019

Praça São Pedro recebe milhares de devotos de Irmã Dulce para canonização amanhã

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Só se fala em Irmã Dulce. Ou, a partir de amanhã (13), oficialmente Santa Dulce dos Pobres. Uma caminhada pelos arredores da Praça São Pedro, no Vaticano, na manhã ensolarada de hoje é a certeza de ouvir – em bom português – alguma história de devoção, admiração ou agradecimento pela freira baiana..

Não há um número exato do tamanho da caravana brasileira que deve marcar presença durante a cerimônia amanhã. Estimativas extraoficiais que circulam entre jornalistas variam de 6 mil a 15 mil pessoas. No total, a missa deve reunir 30 mil fiéis na Praça São Pedro, a partir das 10h15 (5h15, horário de Brasília).

O rito de canonização costuma ocorrer logo no início da cerimônia, após a oração inicial e a saudação do papa.

Além de Irmã Dulce (1914-1992), serão oficializados santos o teólogo e cardeal inglês John Henry Newman (1801-1890), a religiosa italiana Giuditta Vannini (1859-1911), a religiosa indiana Maria Thresia Chiramel Mankidiyan (1876-1926) e a catequista e costureira suíça Margherita Bays (1815-1879).

Os cinco nomes serão apresentados oficialmente pelo prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, o posto ocupado atualmente pelo cardeal italiano Giovanni Angelo Becciu. Quando o papa rezar a fórmula da canonização, os cinco se tornam canonizados.

Será um momento de festa. A expectativa é grande, sobretudo dos brasileiros. A auditora federal Sheila Weber, de 42 anos, veio de Salvador “não para pedir nada para a nova santa, mas só para agradecer”. Filha de mãe judia e de pai que não segue religião, ela conta que quando tinha 6 anos descobriu que fazia aniversário no mesmo dia que a Irmã Dulce, 26 de maio. Com uma curiosidade: no mesmo dia em que ela completaria 7 anos, a freira faria 70.

“Quis conhecê-la pessoalmente e minha mãe me levou”, conta.

Foi o começo de uma tradição. Até a morte da religiosa, todos os anos elas se viam no aniversário.

“Quando eu era criança eu levava moedinhas. Era meu jeito de tentar ajudar nas obras dela”, recorda-se. “Também fazia desenhos que mostrava para ela. Sempre atenciosa e acolhedora.”

Depois da morte de Irmã Dulce, ela diz que decidiu se tornar voluntária das obras sociais criadas pela freira. Atua na Osid, a instituição, há 19 anos.

Com informações de Terra

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