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mar 31 2021

Queiroga diz que ministério terá uma secretaria de combate ao coronavírus

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez uma série de anúncios hoje (31) durante pronunciamento após a primeira reunião do comitê de enfrentamento à pandemia criado pelo governo federal com o presidente Jair Bolsonaro, os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

O ministro afirmou que a pasta terá uma secretaria extraordinária de combate à Covid-19, comentou sobre a proposta de compra de vacinas pela iniciativa privada e anunciou medidas para manter o estoque de oxigênio nos hospitais.

A nova secretaria que ficará vinculada à Saúde vai reunir especialistas e consultores do ministério. “O ministério da Saúde tem feito um esforço para dialogar com a comunidade cientifica. Aqui deixo bem claro a minha visita à Universidade Federal de São Paulo (USP). Tive uma discussão muito produtiva com os professores titulares da USP, que estão colaborando conosco na elaboração de protocolos”, disse.

Lira e Pacheco afirmaram durante o encontro que o Congresso trabalha na aprovação de uma lei que permite a compra de vacinas contra Covid-19 e sugeriram ao Ministério da Saúde a oferta de leitos privados para tratamento de pacientes com o vírus por meio de compensação tributária.

Queiroga afirmou que a proposta foi recebida com “muita satisfação” e exaltou o papel do Poder Legislativo no enfrentamento da pandemia. “São ações importantes e se somam às outras iniciativas já tomadas pelo Legislativo, que têm sido muito úteis para a população brasileira”, afirmou.

Durante a entrevista, o ministro voltou a defender o uso da ciência para conter o avanço da pandemia. “O compromisso do ms é com pratica cientifica solidas, que possam trazer melhoras nos resultados que estamos obtendo ate agora de mortalidade. As medidas visam reduzirmos a mortalidade, visam sobretudo, reduzir o número de casos que pressionam o sistema de saúde”, disse.

O uso do oxigênio também foi abordado por Queiroga na reunião ao defender o uso racional de oxigênio para o tratamento de pacientes com Covid-19. “Nós devemos ofertar oxigênio para quem precisa de oxigênio. Nós devemos observar observar nos hospitais se não há perdas nas tubulações, ou seja, poupar esse recurso para usar em quem precisa deles que são, sobretudo, pacientes com Covid-19.”

O ministro disse ainda que 13 caminhões-tanque foram importados do Canadá para auxiliar na distribuição de oxigênio em todo o País e que parte do oxigênio utilizado pela indústria será desviado para uso medicinal.
Com informações de Gazeta do povo

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