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jan 31 2019

Recorde de candidatos para a presidência do Senado

Pela primeira vez a disputa pela presidência será mais acirrada no Senado do que na Câmara. Se Rodrigo Maia (DEM-RJ) pavimentou sua reeleição com uma costura que reúne mais de 15 partidos, entre os senadores o cenário é de ineditismos e incertezas.

De maneira inédita, há chances reais de o MDB perder o controle da Casa depois de quase 20 anos, de uma mulher concorrer ao comando do Congresso e de haver votação em segundo turno. Ou de um candidato se eleger com o apoio de menos da metade dos parlamentares.

Pelo menos nove candidatos estão na corrida, número que, se for mantido, será de longe um recorde: desde a redemocratização, nunca houve mais do que três nomes na disputa. A votação para a presidência do Senado deve começar às 18h de amanhã (1) e, conforme o andamento das discussões, a definição poderá ser empurrada para o sábado (2).

Entre as questões regimentais a serem resolvidas que poderão ser decisivas para o resultado estão: quem presidirá a sessão, se a votação será aberta ou secreta, e se haverá segundo turno se nenhum dos candidatos obtiver 41 votos, a maioria absoluta da Casa.

A um dia da votação, nove senadores se declaram abertamente candidatos ou são tratados pelos pares como tais: Alvaro Dias (Podemos-PR)Ângelo Coronel (PSD-BA)Davi Alcolumbre (DEM-AP)Espiridião Amin (PP-SC)Major Olímpio (PSL-SP)Reguffe (sem partido-DF)Renan Calheiros (MDB-AL)Simone Tebet (MDB-MS) e Tasso Jereissati (PSDB-CE).

A bancada do MDB, que encolherá de 18 para 13 integrantes, reúne-se hoje para fazer a escolha entre Renan e Simone Tebet. A bancada se encontrou na última terça (28), mas não chegou a consenso. A ex-líder do partido admite concorrer de maneira avulsa mesmo se for derrotada na disputa interna.

Fonte: Congresso em Foco

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