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maio 15 2018

Rio: policiais civis recebiam até R$ 10 mil da contravenção

pcrnA Corregedoria de Polícia Civil prendeu hoje (15) quatro policiais civis e um agente penitenciário, na segunda fase da Operação Alçapão. Os policiais cumpriram mandados de prisão no Rio, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, em Itaboraí, na Região Metropolitana. Os presos respondem à acusação de prática de jogo de bicho, formação de quadrilha, corrupção e lavagem de dinheiro.

Os policiais civis presos estavam afastados das ruas, fazendo apenas trabalhos administrativos e sem armas por estarem respondendo a Processo Administrativo Disciplinar (PAD) por corrupção passiva na Corregedoria Geral Unificada (CGU). O outro preso é um agente penitenciário .

Os agente penitenciário foi preso em Niterói e as outras prisões aconteceram em Piedade e Guaratiba, no Rio; Itaboraí, Região Metropolitana; e Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Na operação de hoje, nada foi apreendido com os presos.

“Em 2011, eles recebiam R$ 10 mil cada um, por mês, para não reprimirem jogo do bicho e máquinas de caça-níquel, principalmente nas áreas de Niterói e São Gonçalo. E o agente penitenciário ainda se passava por policial”, explicou o delegado da Corregedoria da Polícia Civil, Glaudstone Galeano Lessa.

Além das prisões, a juíza da 1ª Vara Criminal de Niterói, Daniela Barbosa Assumpção de Souza, decretou a perda da função dos cinco presos e a doação dos R$ 210 mil apreendidos em 2011, em valores corrigidos, à Fundação de Apoio ao Ensino e Pesquisa da Polícia Civil (Faepol) .

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