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fev 12 2018

Situação dos venezuelanos é tão grave que Temer vai hoje a Roraima

Os reflexos da crise venezuelana são maiores do que a gente pode imaginar. Consta que, em Roraima, vivem hoje cerca de 40 mil fugitivos do governo Maduro. E na Colômbia, muito mais: 800 mil.

Muitas dessas pessoas são de classe média e até classe alta, mas há pobres e indígenas. De qualquer modo, o problema social causado em Roraima, no Amazonas e na Colômbia é imenso e crescente, merecendo maior nível de atenção diplomática dos países das Américas.

A situação é tão grave que fez o presidente Michel Temer interromper seu descanso de Carnaval. Hoje (12) ele vai se reunir com a governadora de Roraima, Suely Campos, na sede do governo estadual, para tratar da situação do estado com a imigração dos venezuelanos.

Segundo o Palácio do Planalto, Temer deve ser acompanhado pelos ministros da Defesa, Raul Jungmann, do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, da Justiça, Torquato Jardim, e da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco.

A prefeitura de Boa Vista estima que cerca de 40 mil venezuelanos se estabeleceram na cidade após fugir da crise econômica e política que o país vizinho atravessa.

De acordo com o Planalto, após a visita, o presidente voltará para a base naval da Restinga da Marambaia, no Rio de Janeiro, onde passa o carnaval com a família.

Na sexta-feira (9), Temer disse que a posição do Brasil é uma atuação “diplomática, responsável e contestadora” em relação ao que está ocorrendo no país vizinho e que o Brasil busca uma ajuda humanitária aos venezuelanos que atravessam a fronteira.

Em visita a Boa Vista na semana passada, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, anunciou um projeto-piloto para absorver mão de obra de venezuelanos que têm chegado ao país pela fronteira com Roraima.

 

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