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jul 17

TENHO PENA DO RIO… TENHO DESCONFIANÇA DO RIO…TENHO POUCA ESPERANÇA NO RIO

Vejo pessoas do bem sofrendo ao ver o drama que vive a população carioca.

Às vezes sofro também.

Logo depois, penso: esses cariocas, muito escolados e espertos, sempre optaram pelos piores políticos do mundo.

Parece que são pervertidos.

Brizola fugiu do Rio Grande do Sul e se elegeu no Rio.

Até Juruna. Até Agnaldo Timóteo (Alô Mamãe!)

Veio Garotinho, Rosinha, Benedita, César Maia, Paes, Lindberg, Piciani-s, o monstruoso Cabral, o anormal Pezão e um bando de gente muito ruim.

Hoje todos os poderes do Rio e os poderes paralelos (CBF, CNC, federações empresariais, entidades estudantis, etc, estão nas mãos de gente muito vagabunda.

Reconheço que o Brasil também vota mal, mas tem exceções. Tem nomes que a gente pode confiar de vez em quando.

No Rio, é a desesperança.

Os cariocas não conseguem formar grupos, ilhas de consciência, para pensar o futuro.

Quem vai aparecer em 2018 na terra de Tom Jobim?

Vi um excelente especial na Globo News sobre violência.

Dezenas de pessoas de todos os níveis foram entrevistadas, inclusive o secretário de Segurança e policiais militares (estes também vítimas em grande potencial do fracasso do Rio).

Ninguém teve uma abordagem política.

Donas de casa, professores, líderes dos morros, todas as pessoas entrevistadas só relatavam as balas perdidas, o medo de sair às ruas, a desconfiança entre policiais militares e o povo, o fracasso das UPPs…e só isso.

Ninguém reconheceu que o Rio está sem governo em todos os níveis.

Ninguém admitiu a possibilidade de uma intervenção federal.

No Rio, temos grandes pensadores.

Temos inclusive o Sistema Globo, celeiro de pessoas inteligentes.

Por que todos não se unem para repensar o estado?

Porque não formam grandes grupos de pensadores para discutir soluções políticas?

Parece que todos desistiram do Rio.

Esperam só o grande meteoro ou o tsunami da Baía de Guanabara.

Mas também, numa terra em que Eurico Miranda volta a comandar o futebol, nada de bom pode acontecer.

Portanto, de início, vamos mandar Eurico Miranda para um asilo de velhos malandros (quem sabe um presídio geriátrico?)

E depois a gente conversa sobre o Rio. (RENATO RIELLA)

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