ago 03

A TEORIA DA TOMADA DE TRÊS PINOS

EVERARDO MACIEL

A nossa preferência pelo burocratismo é visceral. A permanente preocupação com o controle, que é também uma manifestação dissimulada de autoritarismo, leva à constituição de uma parafernália de instrumentos sobrepostos, que se traduzem em custos irrecuperáveis e morosidade.

O governo federal editou, em 17 de julho passado, o Decreto nº 9.094, que pretende simplificar o atendimento aos usuários de serviços públicos.

Esse decreto repete regras que não tiveram sucesso, como a inexigibilidade de reconhecimento de firmas.

Reúne uma coleção robusta de truísmos, apresentados como diretrizes para as instituições públicas: racionalização de métodos e procedimentos de controle, utilização de linguagem clara, atuação integrada e sistêmica, presunção de boa-fé, etc.

Reproduz proposta, apresentada no âmbito da Comissão dos Juristas para a Desburocratização do Senado Federal, que veda a solicitação de informações a usuários dos serviços públicos quando elas já constarem de bancos dados de instituição pública.

Enfraquece, entretanto, essa vedação,ao estabelecer que ela não prevalecerá quando houver “disposição legal em contrário”.

De resto, as sanções pelo descumprimento das normas são demasiado genéricas e, portanto, inaplicáveis.

Em suma, o longo e barroco decreto apenas evidencia que ainda não começamos verdadeiramente a luta para superação do burocratismo, que deveria ser deduzida do princípio da eficiência na administração pública, preconizado no art. 37 da Constituição.

Não é possível que, a qualquer tempo, por obscura motivação, a burocracia estabeleça exigências estapafúrdias para o cidadão.

Quem não se lembra do kit de primeiros socorros nos automóveis? E da ridícula tomada de três pinos, cuja “teoria” bem poderia concorrer ao prêmio IgNobel de excentricidade?

Algumas pérolas do burocratismo são, contudo, revestidas de aparente sacralidade. A exigência de certidões negativas é a mais conhecida delas.

Certidão é relato do passado. Certidões fiscais têm, todavia, validade por seis meses. Assim, sem que haja nenhuma manifestação de perplexidade, conseguimos produzir a certidão do futuro.

A exigência de certidão negativa para participar de licitações ou contratar com a administração pública tem um presumível propósito de obrigar o devedor a liquidar seu débito fiscal.

É claro, desde logo, que se trata de instrumento que pretende suprir a deficiência da cobrança direta, convertendo-se em sanção política, como entende o STF.

Em outra perspectiva, a exigência finda por restringir a atividade econômica do devedor, inclusive a capacidade para pagar a própria dívida fiscal.

Não seria mais razoável facultar a participação do devedor em procedimentos licitatórios da administração pública e, se vencedor, proceder-se à amortização da dívida quando da realização dos pagamentos? A via proposta, no plano da eficácia, é análoga à dação em pagamento e à penhora do faturamento na execução fiscal.

A demanda por certidões negativas perturba o atendimento nas repartições fiscais, gera uma montanha de mandados de segurança e inferniza os escritórios de contabilidade, sem que se tenha, até hoje, sequer uma avaliação de sua eficácia como instrumento impróprio de cobrança indireta.

De igual forma, é incompreensível a resistência à inclusão dos débitos previdenciários na regra geral de compensação dos tributos federais. Obviamente, esse procedimento corresponde tão somente a uma restituição e pagamento em tempo real, sendo, por conseguinte, neutro do ponto de vista de apropriação contábil dos créditos e débitos tributários.

Não se justifica a opção por lentos e burocráticos processos de restituição e cobrança, salvo se admitidas bisonhas pretensões confiscatórias ofensivas à moralidade da administração pública.

O Brasil precisa de uma lei geral da desburocratização, despida de preciosismos, cuidando de questões relevantes e impondo sanções efetivas no caso de inobservância. O governo de transição poderia conferir prioridade a essa lei.

jul 24

COM AUMENTO DA GASOLINA, INFLAÇÃO DE 2017 PODE CHEGAR A 3,33%

O aumento da gasolina deve impactar a inflação de 2017, que pode chegar a 3,33%, segundo analistas financeiros consultados pelo Banco Central.

Para 2018, a previsão do mercado financeiro para a inflação ficou em 4,20%. O índice segue abaixo da meta central (que de 4,5%) e do teto de 6% fixado para o período.

Para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2017, o mercado financeiro manteve sua estimativa de crescimento em 0,34%.

Para 2018, os economistas das instituições financeiras mantiveram sua estimativa de expansão da economia em 2%.

O mercado financeiro também manteve a previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 8% ao ano. Atualmente a Selic está em 10,25%.

Para o fechamento de 2018, a estimativa dos economistas dos bancos para a taxa Selic permaneceu em 8% ao ano. Com isso, estimaram que os juros ficarão estáveis no ano que vem.

A projeção do mercado financeiro para o dólar no fim de 2017 ficou em R$ 3,30. Para 2018, R$ 3,43.

 

 

jul 24

AÇÃO DOS MILITARES NO RIO ESTÁ POUCO CLARA

A situação mais crítica do Brasil encontra-se no Rio de Janeiro, onde persiste um estado de desgoverno e onde já foram executados, este ano, 91 policiais militares.

Diante desse quatro, as ações das Forças Armadas no Rio de Janeiro, anunciadas nesta semana pelo governo federal, serão feitas de surpresa, sem aviso prévio, segundo disse o ministro da Defesa, Raul Jungmann.

Recentemente, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou, ao participar de audiência pública no Senado, no dia 22 de junho, que o uso das Forças Armadas em ações de segurança pública é “desgastante, perigoso e inócuo”.

“Vamos atuar com efeito surpresa. Então, todas as informações são sigilosas. O conceito dessa operação não é a clássica GLO [Garantia da Lei e da Ordem]”, disse o ministro citado pela Agência Brasil.

Atualmente, o uso das Forças Armadas deve ser autorizado por meio de decreto presidencial, para a Garantia da Lei e da Ordem. A Constituição Federal permite que as Forças Armadas, por ordem presidencial, atuem em ações de segurança pública em casos de grave perturbação da ordem e quando o uso das forças convencionais de segurança estiver esgotado.

Os comandantes das Forças Armadas têm vindo a criticar o recurso aos militares para ações de segurança pública.

Na última quinta-feira (21), o governo anunciou que as Forças Armadas serão acionadas na cidade em função do Plano Nacional de Segurança, fase Rio de Janeiro, que irá até o fim de 2018. De acordo com Jungmann, as tropas poderão ser usadas quando houver necessidade.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública já enviou 1 mil agentes ao estado, sendo 620 da Força Nacional e 260 da Polícia Rodoviária Federal, para reforçar o efetivo do estado.

Outros 120 agentes da PRF devem chegar. Segundo o ministério, esses agentes participam, ininterruptamente, de operações na capital e interior, em parceria com os órgãos locais de segurança pública.

Nos próximos dias, será montado no Rio de Janeiro um gabinete de inteligência, no qual oficiais graduados do Exército, Marinha e Aeronáutica trabalharão em conjunto com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), com a Polícia federal e outros órgãos de segurança pública estaduais e municipais. Segundo o Ministério da Defesa, o objetivo é colher informações e dar comandos baseados nos dados obtidos.

O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, disse, ao participar de audiência pública no Senado, no dia 22 de junho, que o uso das Forças Armadas em ações de segurança pública é “desgastante, perigoso e inócuo”. Para ele, esse tipo de modelo deve ser revisto. Recentemente, o presidente Michel Temer chamou os militares durante manifestação em Brasília.

“Este emprego, inclusive, causou agora recentemente alguma celeuma, de Garantia da Lei e da Ordem. Nos últimos 30 anos, nós fomos empregados 115 vezes. O único estado onde não houve emprego até hoje parece-me que foi São Paulo. Nós não gostamos desse tipo de emprego, não gostamos”, afirmou o general em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado sobre soberania nacional e projetos estratégicos do Exército.

Villas Bôas citou a atuação do Exército em varreduras nos presídios que passaram por rebeliões no início do ano. O comandante disse que em cada revista são recolhidos em média 600 itens de toda espécie, como rádios, celulares, arma branca e arma de fogo. “É impressionante como é permeável”, afirmou. Em janeiro, o governo federal autorizou a atuação das Forças Armadas nos presídios para fazer inspeção de materiais considerados proibidos e reforçar a segurança nas unidades.

O general referiu a participação do Exército em operação de segurança pública nas favelas da Maré, no Rio de Janeiro. “Um dia me dei conta. Os nossos soldados atentos, preocupados – são vielas –, armados. E passando crianças, senhoras, eu pensei: Estamos aqui apontando arma para a população brasileira. Nós somos uma sociedade doente. E lá ficamos 14 meses. Do dia em que saímos, uma semana depois tudo havia voltado ao que era antes. Então, temos que realmente repensar esse modelo de emprego, porque é desgastante, perigoso e inócuo”, declarou.

 

 

 

 

 

jul 24

DURANTE 20 ANOS, AMEI UM FUSCA QUE SÓ FALTAVA FALAR…MAS ENTENDIA TUDO

Fui dono de um Fusca da cor azul cobalto, que tinha até nome: Raimundinho. Ele atendia bem quando chamado. Em mais de 20 anos, foi meu companheiro para as grandes lutas.

Tenho certeza que gostava muito de mim. Fizemos muitas viagens inesquecíveis pelo Brasil, nem nenhuma batida.

Nas duas décadas de uso, o velocímetro quase explodiu: chegou perto de 1.000.000 de quilômetros. Mas o meu amigo nem chiava. Seguia sempre em frente, solidário e corajoso.
Corria pra caramba, sem cinto de segurança, nem airbag, nem quase nada!

Nunca entrei em Clube do Fusca, ou algo parecido. Mas quando os jornais faziam reportagens sobre este tipo de veículo, sempre me procuravam. Foi minha marca nas décadas de 70, 80 e 90.

Ronaldo Junqueira, diretor do Correio Braziliense, dizia que era uma atitude demagógica minha. E ele tinha um poderosíssimo Landau…Mas, não! Era paixão mesmo. Eu ia para reuniões importantes de Fusca, contrastando com os carrões.

Lembro que comprei Raimundinho em 1970, na Bahia. Ele me trouxe para Brasília em 1974. Ficou comigo até 1991, quando praticamente dei o carro de presente a Evandro, um motorista do GDF. Na época, como secretário do Trabalho do DF, usava muito veículo oficial.

Anos depois, encontrei Evandro. Ele veio de longe gritando: “Secretário, o Fusca ainda roda!” Foi a última notícia que tive do grande Raimundinho.

E por que o nome? Na década de 80, fiz uma viagem a Salvador com o super Fusca. Lá, minha mãe pendurou no espelho do carro um artesanato da cor azul, que era um R de Renato. Na época, propus aos meus filhos dar um nome ao carro. Um deles olhou para o R e disse: “Raimundinho”. O nome pegou. Todos chamavam o carro assim.

Quando sentia que o amigo estava para quebrar, falava com ele: “Poxa, Raimundinho! Não me deixe na mão agora!” E era sempre atendido, com tempo para chegar até a oficina. O maior carinho!

Em 1980, decidi trocar de carro. Grande traição! Comprei uma Brasília superluxo, zero quilômetro. Cheio de recomendações, vendi Raimundinho para o amigo Cláudio Kenj, que trabalhava comigo na empresa de comunicação EBN.

Com poucos dias de uso, a Brasília foi roubada no estacionamento do Ministério dos Transportes. Nunca apareceu. Fiquei alguns dias andando de zebrinha, até que me caiu uma inspiração. Perguntei a Cláudio se ele me vendia de volta o Fusca. Felizmente, topou. Assim, fiquei mais dez anos, feliz, com Raimundinho.

Pouco tempo depois, estava passando perto da Ponte Costa e Silva (hoje Honestino), quando percebi fumaça na parte de trás do carro, onde ficava o motor. Queimei a mão, mas consegui abrir a tampa. Quase morro, pois subiu uma labareda na minha cara.

Fiquei pulando do lado do carro, apavorado, esperando a explosão. De repente, veio um desconhecido gritando: “Sai de baixo! Sai de baixo!” A alma caridosa usou o extintor do seu carro para apagar o incêndio. Salvou Raimundinho.

Foram muitas peripécias. Para completar, lembro quando o Fusca completou 500.000 quilômetros rodados. Passava pelo Setor Bancário Sul, quando recebi inspiração divina para olhar o painel do carro. E constatei: 499.999. Meu Deus! Que marca fantástica!

Fui rodando devagarinho, até que parei no estacionamento do Banco do Brasil para apreciar o velocímetro, que estava marcando o 5 com os cinco zeros. Fiquei maravilhado e pensei: “Pena não ter um celular para fotografar”…mas celular nem existia ainda. A imagem ficou fotografada na mente.

Hoje, de vez em quando passa por mim um Fusca azul cobalto. Grito com o coração: “Raimundinho!” Como não responde, concluo: não era ele. Onde andará? (RENATO RIELLA)

jul 21

QUEDA BRUSCA DA INFLAÇÃO PREOCUPA O GOVERNO

Atenção, senhores analistas econômicos…
É claro que o aumento de impostos veio para cobrir o rombo do governo, O rombo ficou ainda maior com a liberação de verbas de emendas para deputados. Horrível, isso!

Mas pensem noutra hipótese mais forte.
O governo precisa puxar para cima a inflação, que corre o risco de cair para 2% até o fim do ano, em plena recessão.

Já se fala abertamente que o Banco Central, por causa dessa derrubada da inflação, pode cair os juros abaixo de 8% até o fim do ano. Vai ser uma farra de créditos no Natal?

A queda do dólar é outro fator que acelera a queda da inflação. Portanto, aumentando a gasolina, o governo consegue aumentar quase tudo na nossa vida. Pode ser que, assim, Temer mantenha a inflação acima dos 3% e possa manter os juros pouco acima dos 8%, como previsto desde o início do ano.

Na verdade, uma queda muito rápida nos juros gera graves problemas para administrar a economia de modo geral.

E a gente sabe que a inflação está caindo por causa da grave crise econômica e financeira que atinge a população. Não tem nada a ver com consciência, etc.

Portanto, não se admirem se o governo vier com outras medidas para segurar a queda acelerada da inflação.

A inflação baixa virou um problema, num governo que está habituado a trabalhar com a taxa de juros oficial em níveis de dois dígitos. (RENATO RIELLA)

jul 21

O FENÔMENO SABIN EM BRASÍLIA

Assisti ontem uma palestra de alto nível de Janete Vaz, a criadora do Sabin (sócia de Sandra Costa, a outra fundadora do laboratório).

Foi uma ótima promoção da presidente da Associação dos Jovens Empresários, Gislayne Mendoza, que me deu a honra de fazer a apresentação de Janete, antes da palestra.

É uma das maiores empresas do Brasil, hoje presente em dez estados e com mais de 200 unidades. São quatro mil empregados. Uma empresa de Brasília, que muita gente só conhece na hora de tomar as furadinhas de agulha.

O forte do Sabin é a administração moderna e humanizada, vencedora dos principais prêmios nacionais. Precisa servir de modelo para muitas outras empresas, em diversos itens. Por exemplo, mais de 70% do pessoal é formado por mulheres.

COMENTÁRIO: diante de tantos resultados dignificantes, acho que o Sabin ainda é pouco conhecido em Brasília.

jul 17

TENHO PENA DO RIO… TENHO DESCONFIANÇA DO RIO…TENHO POUCA ESPERANÇA NO RIO

Vejo pessoas do bem sofrendo ao ver o drama que vive a população carioca.

Às vezes sofro também.

Logo depois, penso: esses cariocas, muito escolados e espertos, sempre optaram pelos piores políticos do mundo.

Parece que são pervertidos.

Brizola fugiu do Rio Grande do Sul e se elegeu no Rio.

Até Juruna. Até Agnaldo Timóteo (Alô Mamãe!)

Veio Garotinho, Rosinha, Benedita, César Maia, Paes, Lindberg, Piciani-s, o monstruoso Cabral, o anormal Pezão e um bando de gente muito ruim.

Hoje todos os poderes do Rio e os poderes paralelos (CBF, CNC, federações empresariais, entidades estudantis, etc, estão nas mãos de gente muito vagabunda.

Reconheço que o Brasil também vota mal, mas tem exceções. Tem nomes que a gente pode confiar de vez em quando.

No Rio, é a desesperança.

Os cariocas não conseguem formar grupos, ilhas de consciência, para pensar o futuro.

Quem vai aparecer em 2018 na terra de Tom Jobim?

Vi um excelente especial na Globo News sobre violência.

Dezenas de pessoas de todos os níveis foram entrevistadas, inclusive o secretário de Segurança e policiais militares (estes também vítimas em grande potencial do fracasso do Rio).

Ninguém teve uma abordagem política.

Donas de casa, professores, líderes dos morros, todas as pessoas entrevistadas só relatavam as balas perdidas, o medo de sair às ruas, a desconfiança entre policiais militares e o povo, o fracasso das UPPs…e só isso.

Ninguém reconheceu que o Rio está sem governo em todos os níveis.

Ninguém admitiu a possibilidade de uma intervenção federal.

No Rio, temos grandes pensadores.

Temos inclusive o Sistema Globo, celeiro de pessoas inteligentes.

Por que todos não se unem para repensar o estado?

Porque não formam grandes grupos de pensadores para discutir soluções políticas?

Parece que todos desistiram do Rio.

Esperam só o grande meteoro ou o tsunami da Baía de Guanabara.

Mas também, numa terra em que Eurico Miranda volta a comandar o futebol, nada de bom pode acontecer.

Portanto, de início, vamos mandar Eurico Miranda para um asilo de velhos malandros (quem sabe um presídio geriátrico?)

E depois a gente conversa sobre o Rio. (RENATO RIELLA)

jul 12

IMPOSTO SINDICAL FOI EXTINTO, MAS O DESTE ANO JÁ ESTÁ PAGO. AGORA SÓ EM 2018

Em abril, todo trabalhador brasileiro tem um dia de salário descontado para o sindicato da sua categoria. É o chamado Imposto Sindical, que o Congresso Nacional extinguiu ontem, quando aprovou a Reforma Trabalhista.

A maioria dos trabalhadores nem sabe qual é o seu sindicato e não conhece nenhum trabalho feito em seu benefício. E a maioria dos sindicatos não faz nada mesmo pelos trabalhadores.

Empregados diversos, com os quais conversei nos últimos anos, ficaram revoltados ao saber o que era o Imposto Sindical. Falam assim: “Eles não fazem nada por mim. Por que tenho de pagar?”

Quem trabalha não sentirá falta do Imposto Sindical, mas o deste ano já foi pago. Foram bilhões de reais descontados nas folhas salariais, canalizados não somente para sindicatos, mas também para centrais sindicais e confederações de trabalhadores desconhecidas.

O Imposto Sindical está extinto, mas os sindicatos só sentirão a perda no próximo ano. Até lá, não se sabe o que vai acontecer. (RENATO RIELLA)

jul 12

ESTADOS UNIDOS, VENEZUELA E BRASIL NAS MÃOS DE NÃO-PRESIDENTES

Trump, Maduro e Temer são exemplos de presidentes que prejudicam seus países, mas as populações não são estruturadas para tirá-los dos cargos.

Estados Unidos, Venezuela e Brasil vivem crises de governança. Por isso, podem ter graves problemas no futuro, afetando milhões de pessoas, sem que se possa fazer nada…a não ser rezar.

Os regimes chamados democráticos vivem esse tipo de paradoxo. São ocupados por homens que teoricamente representam a sociedade, mas não têm legitimidade para exercer esse papel.

No caso da Rússia, com Putin, existe uma situação mais grave ainda, pois ele controla bem o país, embora estabelecendo uma ditadura referendada pelas urnas, com absurdas agressões aos possíveis opositores.

Americanos, venezuelanos e brasileiros devem muito se preocupar, pois estão sendo governados por políticos que não cumprem as regras básicas da política.

A democracia fracassou nesses três países. (RENATO RIELLA)

jul 10

CAEM PREVISÕES DA INFLAÇÃO E DO PIB DE 2017, SEGUNDO ANALISTAS DO MERCADO FINANCEIRO

O mercado financeiro espera por inflação e crescimento econômico menores este ano.

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, desta vez, caiu de 0,39% para 0,34%.

A projeção para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu pela sexta vez seguida, ao passar de 3,46% para 3,38%, este ano.

Estas estimativas são do boletim Focus, uma publicação elaborada todas as semanas pelo Banco Central sobre os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a projeção para o crescimento do PIB foi mantida em 2% e a estimativa para o IPCA foi ajustada de 4,25% para 4,24%. As projeções permanecem abaixo do centro da meta de inflação, que é 4,5%.

As instituições financeiras esperam por uma taxa básica de juros, a Selic, menor neste ano e em 2018. A projeção para o final de 2017 passou de 8,50% para 8,25% ao ano. Para o fim de 2018, a expectativa foi alterada de 8,25% para 8% ao ano.

Atualmente, a Selic está em 10,25% ao ano. A Selic é um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. (AGÊNCIA BRASIL) 

jul 09

ROLLEMBERG: UMA OBRA (ERRADA) PARA CHAMAR DE SUA

Passei ontem (sábado) no fim da manhã, pelo tal Deck Sul, que Rollemberg construiu para ter uma obra que possa chamar de sua.

De tarde, como faço bastante, fui correr/caminhar no Parque da Cidade de Brasília.

De noite, pedi a Deus que mande Rollemberg de volta para Sergipe, já!

Balanço das coisas:

1. O Deck Sul do governador estava vazio. Novinho em folha e vazio. Além do mais, questionado pelo Ministério Público, que pretende interditar o espaço, alegando um monte de irregularidades. Parece que foi dinheiro jogado fora.

2. O Parque da Cidade, por onde passam 500 mil pessoas por mês, permanece sem projeto, sem direção, abandonado, sem segurança, com a maioria dos banheiros interditados, funcionando sozinho – à revelia do governo.

Espero que algum dia o Governador Rollemberg venha a ser responsabilizado por esta prioridade errada, nem que seja nas urnas. (RENATO RIELLA)

jul 03

PREVISTA INFLAÇÃO DE APENAS 3,46% ESTE ANO

Inflação de 3,46%, no fim de 2017, é prevista pelos principais analistas financeiros do país, consultados semanalmente pelo Banco Central. Esta margem cai pela quinta semana consecutiva.

O comportamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2017 – a “inflação oficial” do país –, em quedas consecutivas, resulta do quadro recessivo vivido pelos brasileiros, mas de qualquer modo tranqüiliza o governo e remete para a possibilidade de queda das taxas de juros.

Para 2018, a previsão do mercado financeiro para a inflação caiu para 4,25%, na quarta redução consecutiva. O índice segue abaixo da meta central (que também é de 4,5%) e do teto de 6% fixado para o período.

Os analistas prevêem que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha crescimento de apenas 0,39% este ano.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.

Em 2016, o PIB brasileiro caiu pelo segundo ano seguido e confirmou a pior recessão da história do país, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

 

jul 03

VISTA POR OUTRO ÂNGULO, A VIDA É MUITO INTERESSANTE

Enquanto vocês se assustavam com as coisas erradas do Brasil, eu descobri duas historinhas que me ajudaram a refletir sobre os seres ditos humanos. Todas duas são reais.

A primeira ocorreu com Charlie Chaplin, quando estava no auge do sucesso. Há muitos anos.

Ele soube que havia um concurso para escolher o melhor imitador de Carlitos. Resolveu disputar, com nome falso.
Claro que ganharia, pois iria “imitar” seu próprio personagem.

O grande artista se produziu exatamente como fazia nos filmes. E se apresentou com toda a técnica que exibia nas gravações.

Resultado: perdeu! O povo proferiu um falso Carlitos, encarnado por um anônimo.

Charlie Chaplin ficou encucado durante algum tempo, sem entender como o público escolheu um Carlitos acelerado, de gestos exagerados…e falso. Rejeitaram o original?

A outra história também é surpreendente e li aqui no Face.

Havia numa cidade brasileira uma igreja evangélica consolidada. Um dia, por tragédia, foi inaugurada uma barulhenta boate no terreno ao lado, com música profana e público idem.

Os fieis ficaram chocados. Nos cultos, sob grande concentração mental, pediam a Deus que tirasse aquele inferninho da vizinhança.

O dono da boate soube dessas rezas e deu risada. Tinha a documentação legalizada, estava com ótimo público e nada podia lhe ameaçar. Até que…………….caiu um raio! Um bruto de um raio!

Atendendo às súplicas da igreja, Deus queimou o inferninho, acabando com o comércio profanador.

Aí vem o fantástico. Desesperado com o prejuízo, o comerciante entrou na Justiça com uma ação pedindo que a igreja lhe pagasse indenização, pois o raio foi atraído pelas rezas – é claro!

Parte da sentença do juiz foi publicada aqui no Face, terminando mais ou menos com o seguinte comentário:

“Estamos diante de um caso em que o profano acredita em Deus e o religioso nega que tenha havido o milagre pedido nos cultos”.

E assim segue a vida, que é muito mais interessante do que Fachin, Aécio, Marco Aurélio e Roures. (RENATO RIELLA)

jul 03

CAMINHANDO NO PARQUE, CONCLUÍ: TENHO SALVAÇÃO

Fui caminhar/correr no Parque para me encontrar. É incrível! Nos primeiros quinze minutos, você está perdido. Que vida complicada, meu Deus! Quando será que as coisas darão certo? É tanta porrada que a gente tem de dar todo dia…

Mas, depois de uma hora de esforço no sol, o cara fica otimista, restabelecido. E com a fé renovada. Vira outra pessoa.

Decidi hoje andar pensando em pequenas coisas boas que fiz na vida. E dei risadas sozinho. Hahahah! O saldo é legal!

Lembrei do Manoel, um menino baiano estranhíssimo, que não sei onde anda.

Já contei que, há muitas décadas, dei aulas particulares em Salvador. Tirei muitos alunos da reprovação. Fui o rei da segunda época, hoje chamada de recuperação. E todos os meus alunos de emergência passaram sempre.

Eram alunos riquinhos. As mães procuravam minha mãe Cecília para abrir vaga na minha agenda, nos meses de novembro e dezembro. E eu trabalhava o dia todo, entrando pela noite, mesmo sem precisar (meu pai tinha grana) e com idade de 13 a 17 anos.

Um dia, minha tia santinha, a Tia Aurora da Pituba, me falou: “Você precisa ajudar o Manoel”. Era um menino estranho, desengonçado, filho de dona Célia, uma mulher pobre que ainda por cima tentava se curar de um câncer.

Assim, peguei a duríssima missão de não deixar o garoto perder o ano. E sem ganhar merda nenhuma, claro! Na cota da Aurorinha. Com aulas na copa da minha casa.

Manoel era horrível. A pessoa mais dispersiva do mundo. Em hora e meia de trabalho, usando toda didática de choque, inclusive a psicologia dos palavrões, ele interrompia minha explicação. Com olhos perdidos na parede, perguntava: “Você gosta mesmo de dar aulas?” Puta que pariu, Manoel, trate de se concentrar, merda!

Fui muito intransigente na juventude (hoje sou meio permissivo) e tinha vontade de enforcar o sacaninha.

Lembro que um dia preparei uma aula sobre frações. Usei a imagem das bolas de gude, pedaços de maçã, partes de melancia, etc. É hoje! Agora vai!

Expliquei, desenhei, me esguelei. Quando achei que estava abafando, Manoel manteve o olhar distante e me perguntou:

-“Por que o relógio (o relógio de parede da minha casa) só roda para a direita?” Botei ele de costas para o relógio…

Hoje, no Parque, ri durante algumas dezenas de metros lembrando que este incrível Manoel passou de ano. Foi o primeiro milagre da Tia Aurora, que rezava muito por ele (o segundo foi a cura da Dona Célia, de câncer, na década de 60).

Sinceramente, não sei o que aconteceu com o garoto das nuvens depois disso. Deve ter virado cientista.

No Parque, ri muito e concluí: acho que vou mesmo para o Céu.

Hoje nem vi se os banheiros do Parque da Cidade de Brasília ainda continuam quebrados, viu Rollemberg! (RENATO RIELLA)

jun 26

PREVISTA INFLAÇÃO DE APENAS 3,48% EM 2018

A projeção para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu pela quarta vez seguida, ao passar de 3,64% para 3,48% este ano, de acordo com a opinião dos principais analistas financeiros do Brasil, consultados semanalmente pelo Banco Central.

A queda da inflação está relacionada a fatores diversos que acompanham a crise econômica e política brasileira, estando também associada à existência de 14 milhões de desempregados, pessoas sem capacidade de consumo.

Para 2018, a previsão caiu de 4,33% para 4,30% no terceiro ajuste consecutivo. As projeções permanecem abaixo do centro da meta de inflação, que é 4,5%.

Para as instituições financeiras, a taxa Selic encerrará 2017 e 2018 em 8,5% ao ano. Atualmente, a Selic está em 10,25% ao ano.

A Selic é um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando  o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

jun 26

PREVISTO CRESCIMENTO DA ECONOMIA DE APENAS 0,39%

O governo Temer ainda trabalha com a perspectiva de crescimento da economia brasileira, este ano, na faixa de 0,50%, mas os especialistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central, semanalmente, estão mais pessimistas.

O mercado financeiro reduziu a projeção para o crescimento da economia, este ano, pela terceira vez seguida.

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, desta vez, caiu de 0,40% para 0,39%.

Para 2018, a projeção para o crescimento do PIB foi reduzida pela quinta vez consecutiva, de 2,20% para 2,10%.

Essas estimativas são do boletim Focus, uma publicação elaborada todas as semanas pelo Banco Central sobre os principais indicadores econômicos.

jun 20

CONSELHO DE SAÚDE CONTESTA TERCEIRIZAÇÃO DO HOSPITAL DE BASE

 

A Câmara Legislativa do DF poderá ter problemas a enfrentar na Justiça se aprovar o projeto que muda a gestão do Hospital de Base do DF. Este projeto contraria decisão do Conselho de Saúde do DF, órgão constitucional que estabelece a política de saúde nos estados e no Distrito Federal, responsável pela execução da política do SUS.

O presidente do Conselho, Helvécio Ferreira, enviou ontem (19) ofício formal ao presidente da Câmara Legislativa, deputado Joe Valle, no qual afirma: “É vedade a terceirização da gestão da saúde pública do Distrito Federal”.

Este ofício afirma que o Conselho é um colegiado com atuação na formulação de saúde do DF e no controle da sua execução, formado por conselhos regionais instalados nas regiões administrativas do Distrito Federal.

Segundo Helvécio, no dia 13 de junho deste ano, na sua 400ª reunião ordinária, o Conselho de Saúde decidiu fortalecer o poder gerencial nas unidades de saúde do DF.

Nessa reunião, foi aprovada a descentralização da gestão de saúde da Secretaria de Saúde do DF.

O Conselho defende o formato público, no qual as estruturas organizacionais públicas tenham autonomia administrativa, de recursos econômicos e financeiros, e de recursos humanos.

jun 20

CÂMARA LEGISLATIVA DEVE APRECIAR HOJE O PROJETO POLÊMICO DO HOSPITAL DE BASE

A apreciação do projeto de lei que cria o Instituto Hospital de Base (PL nº 1.486/2017) foi marcada para hoje (20).

O acordo nesse sentido foi feito envolvendo não apenas os líderes de bancadas, mas todos os deputados presentes, favoráveis e contrários à proposta do governo.

Sob gritos de “O Base é do SUS” na galeria, os distritais assumiram o compromisso de discutir e votar nos dois turnos a matéria na próxima sessão.

Antes de chegarem ao acordo, houve muita discussão sobre o projeto, que já conta com dezenas de emendas.

O deputado Cláudio Abrantes (sem partido) chegou a questionar o quórum necessário para a aprovação do texto. Segundo apontou, o PL prevê isenções tributárias ao Instituto, exigindo, portanto, o mínimo de 16 votos favoráveis – e não 13, como tem sido considerado. O distrital destacou, ainda, não haver definição da vigência das isenções, as quais devem ser restritas aos planos plurianuais.

O líder do governo na Casa, Rodrigo Delmasso (Podemos), argumentou, contudo, haver uma emenda que retira a previsão das isenções do texto. E o deputado Agaciel Maia (PR) completou alegando que o quórum para aprovação já passou pelo crivo da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Ainda durante os pronunciamentos, a deputada Celina Leão (PPS) criticou o projeto – o qual prevê contratação de pessoal sem concurso e compras sem licitação – e sugeriu a implantação nos hospitais de um modelo semelhante ao Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF), em funcionamento nas escolas da rede pública, de forma a dar autonomia aos gestores públicos da Secretaria de Saúde.

Proposta semelhante foi apresentada pelo deputado Chico Vigilante (PT) na forma de um substitutivo ao projeto do Executico. Pela proposta do distrital, o Hospital de Base seria transformado em órgão especializado da administração direta, com autonomia administrativa, financeira e operacional e vinculação à Secretaria de Saúde. “O projeto do governo é tão ruim que nem merece emenda”, disse.

 

jun 20

INFLAÇÃO MAIS BAIXA NO DF

A inflação no Distrito Federal, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), registrou variação positiva de 0,24% em maio, abaixo da média nacional, que ficou em 0,31%.

O número representa uma queda de 0,30% ponto percentual em relação a abril, quando a taxa foi de 0,57%.

Os setores com deflação foram artigos de transporte (-0,68%) e de comunicação (-0,06%).

Já a maior alta ficou com os itens: habitação (0,99%), artigos de residência (0,46%) e despesas pessoais (0,31%).

 

ECONOMIA EM QUEDA

A economia de Brasília sofreu redução de 1,6% no primeiro trimestre de 2017 em relação ao mesmo período de 2016. Essa foi a nona taxa negativa consecutiva registrada na história do indicador desde 2012.

Contribuíram para esse resultado as variações negativas nos setores industrial (-2,8%) e de serviços (-1,5%). A agropecuária cresceu 10,1%. Os dados são do Índice de Desempenho Econômico do Distrito Federal (Idecon-DF), também divulgados pela Codeplan hoje.

 

QUEDA NOS HORTUFRUTI

Em maio, os preços dos hortifrutigranjeiros distribuídos pela Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa) caíram 6,31%.

As frutas sofreram redução de 6,65%, com destaque para mamão formosa (-29,75%) e laranja lima (-21,59%).

Em contrapartida, o morango apresentou alta de 21,75%.

Já o setor de legumes, registrou variação mensal negativa de -5,16%.

O maxixe teve a maior queda de preço (-41,13%), seguido do jiló (-36,02%), pepino (-29,41%) e tomate (-21,10%).

As maiores altas foram para a abobrinha Itália (29,61%) e pimentão verde (26,14%).

As verduras caíram 12,23% com a queda no preço do milho verde (-3,58%), repolho (-20,52%) e as alfaces americana e lisa (-20,91%). Os ovos e grãos apresentaram variação de 0,02%.

 

jun 20

AÉCIO TEME QUE STF DECRETE HOJE SUA PRISÃO

Informantes ligados a Aécio Neves indicam que o senador teme que o STF (Supremo Tribunal Federal) determine hoje (20) sua prisão.

A defesa de Aécio argumentará, na primeira turma do STF, que o caso deveria ser julgado no plenário, pelos 11 magistrados da corte.

O advogado Alberto Toron deve usa os mesmos argumentos que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou quando pediu a prisão: a dimensão do tema recomenda que seja discutido no colegiado do tribunal.

Aécio e seu grupo mais próximo têm dúvida em relação aos votos dos ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux, os quais, somados, podem gerar a temida prisão .

 

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